Blog

Socorro, meu filho fala errado!

Acalmem-se Mamães e Papais!!!

As crianças desenvolvem os sons da fala por etapas, primeiro as mais simples e depois as mais complexas!!! Não queiram apressar o rumo certo das coisas!!! Cada som ao seu tempo!!!

Acima uma tabela para ajudar a explicar quem vem primeiro!!!😉

E lembrem-se de algumas dicas para ajudar o seu filho no conhecimento e na produção dos sons!!!👀

*Sempre fale as palavras corretamente e na altura dos olhos da criança! Ele precisa do modelo correto para espelhar e aprender! 🗣

*Articule bem os sons, e se necessário, utilize expressões e chame a atenção para a sua boca! 👄

*Não reprima ou ria do seu filho, ele está aprendendo e precisa da sua ajuda e do seu encorajamento para alcançar o som correto!💪

Fique atento ao seu filho, e qualquer dúvida consulte um Fonoaudiólogo especializado😉

Elaborado pela Fga. Jussiele P. M. Botelho

Crfa/SC 3 – 8753

Atendimento terapêutico clínico e domiciliar

(48) 98802-2715

#fonoterapia #acompanhemasnãoapresseseufilho #cadaetapanasuavez #ajudeseufilho #sonsdafala #desenvolvimentodalinguagem #desenvolvimentodafala #fonoaudiologiacomamor #fonoaudióloga #terapiadafala #sonsconformeaidade

Consulte Mais informação...

Drenagem Linfática para Gestantes

A DLM é indicada na gravidez afim de trazer bem estar e relaxamento para a mamãe nesse período de mudanças hormonais, físicas e emocionais.
É indicado fazer a partir do 3° mês ou seja após a 12° semana gestacional e com liberação médica, também levando em conta algumas contra indicações que irei falar depois dos benefícios.

Benefícios:

– Ativa circulação sanguínea
– Ajuda a desinchar
– Alivía tensões
– Combate a retenção hídrica
– Nutrição Celular
– Auxília na lactação
– Proporciona profundo relaxamento para mamãe e bebê
– Reduz o Stress

Contra Indicações:

– Gravidez de risco
– Hipertensão não controlada
– Doenças relacionadas ao sistema linfático
– Insufíciencia Renal
– Trombose profunda
– Cancêr
– Infecções na pele

Beijinhos
Camilla Cavalcanti Dornbusch
Massoterapia e Estética
Telefone 48 999016514
Consulte Mais informação...

Você sabe como ajudar a desenvolver a fala do seu filho?

Cada criança desenvolve-se de uma maneira e o ambiente e o convívio social são fatores diretamente participantes desse processo, eles podem atuar de forma positiva ou negativa nessa fase.
Para que você ajude seu filho nessa etapa, presnte atenção nessas dicas importantes, elas podem fazer toda a diferença e permitir que a criança seja transportada da posição de ouvinte para a posição de falante!!

• Ao falar com seu filho, abaixe-se na altura dos olhos dele e articule bem as palavras, use entonações e expressões faciais e fale CORRETAMENTE! A criança espelha a fala do outro, e precisa de um bom modelo para aprender!

• NUNCA fale errado ou igual a um bebê, não crie apelidos para os nomes / objetos / animais, etc. É muito mais difícil para a criança aprender a palavra errada e depois ter que reaprender o certo. E você não quer que seu filho tenha trabalho dobrado não é mesmo?

• Não encha seu filho de perguntas! Crianças falam mais livremente ao expressarem suas próprias idéias, ao invés de ficar somente respondendo as perguntas dos adultos.

• A CRIANÇA PRECISA SENTIR A NECESSIDADE DE FALAR. Não a atenda, ou fale por ela quando ela tentar se comunicar através de gestos / resmungos, mesmo que você saiba exatamente o que ela deseja.

• Devolva sempre as palavras ditas pela criança em forma de frases, por exemplo:
Ela pede água: “ága”. Você responde: “Você está com sede? Você quer água?”.

• Reserve alguns minutos, todos os dias, para dar atenção ao seu filho. Deixe que ele escolha o que gostaria de fazer. Permita que ele dirija as atividades, decidindo se quer falar ou não. Crianças gostam de se sentir úteis e no comando!

• Aproveite os momentos de maior atenção da criança para conversar com ela, usando palavras simples e frases curtas, falando de igual para igual. Utilize as situações cotidianas (banho, alimentação…), dizendo o nome e as funções das coisas.

• Cantar também é excelente para estimular o ritmo da expressão verbal. Cante sempre e estimule-a a cantar com você.

• Conte e interprete histórias, ainda que seja a mesma história diversas vezes! A repetição interpretada com entusiasmo e criatividade prende a atenção, gerando expectativa e previsibilidade. Deixe que a criança manuseie os livros e estimule-a a contar também!

• Brinque com os órgãos utilizados para a fala (língua, lábios, bochechas), fazendo-os vibrar, jogar beijos, encher as bochechas de ar, etc. Imite os sons do ambiente e da vida diária: Au au (cachorro), Miau (gato), Trrrim (telefone), Toc-toc (batida de porta).

• Auxilie todos os membros da família a aprender a escutar e esperar a sua vez de falar. A participação efetiva de todos que tem contato com a criança é de suma importância! Quanto mais a criança for exposta à linguagem, maiores condições ela terá de adquiri-la.

Estimule sua criança!!!

Em caso de dúvidas, procure um Fonoaudiólogo

 

Consulte Mais informação...

Maternidade

A maternidade chega muitas vezes sem avisar,com dúvidas e muitas noites mal dormidas. Quando você se prepara,se programa, mais ela arrebata todas as regras, horários  e principalmente seu coração.

rosemariafotografia

Todas as dúvidas: trocar  fralda, dar  banho ou mesmo o medo de segura-lo corretamente desaparecem com “aquele olhar” do seu filho na sua direção. A maternidade é uma montanha russa de emoções, essa que muitas vezes nos deixa com medo de não saber por exemplo identificar um choro do seu filho (será que é fome? dor?sono?) , e ao mesmo tempo você baba com aquele primeiro sorriso que seu filho dá pra você.

A maternidade possibilita executar várias profissões num dia só ,ela nos transforma em policias quando queremos defender nossos filhos, em médicas quando nossos filhos se machucam, em psicólogas quando seu filho chega chorando porque brigou com um colega, ou em professora quando seu filho chega com uma dúvida sobre a matéria.

Nós mães somos polvos, aquelas que conseguem fazer tudo ao mesmo tempo e nem sabia que seria capaz disso. Ser mãe é saber reconhecer até onde poder ir e pedir ajuda quando necessitar. É aceitar e não se culpar por algo que muitas vezes, você não conseguiu fazer e ter a humildade dizer quando o cansaço te alcança.

Por fim, ser mãe é uma sensação agridoce: você testemunha as doçuras de cuidar e amar de uma vida, e o amargo das noites mal dormidas, dos  dias de  grandes responsabilidades e as incertezas se você esta fazendo um bom trabalho. Acredite no seu amor: você vai estar fazendo sempre o seu melhor.

 Marcella

@Maternidadedupla

Consulte Mais informação...

Felizes para Sempre – A importância da contação de história no meio familiar

“A narrativa chega cedo à vida da criança, já em seus primeiros dias de vida. Chega através do padrão musical regular dos acalantos, que, como as histórias, se abrem e fecham nitidamente, contendo em si um mundo particular…” (GIRARDELLO,2007).

 

Nós contamos histórias para as crianças esperando aquele momento prazeroso em que estamos abraçadinhos com um livro na mão e a história começa, calmamente o seu filho escuta prestando a maior atenção e interagindo com os personagens, isso talvez possa acontecer com o seu filho de 3-4 anos que já está acostumado com esse ritual. Mas se você tem um filho que esta aprendendo a ouvir histórias o ”quadro se pinta” de outra forma.  As vezes eu sento para contar uma história e o meu filho não senta comigo, eu estimulo e mostro as imagens do livro, mas e se ele não senta??? O que devemos fazer quando a criança não “ouve” a história? Ou como posso saber que livro escolher para meu filho?  Estou aqui para te dar algumas informações e dicas sobre histórias e livros,mas antes disso, você pode se perguntar:

POR QUE CONTAR HISTÓRIAS?  Bom, vamos lá, contar uma história para uma criança tem muitos benefícios emocionais, físicos e cognitivos. São eles: aproximar a criança do seu cuidador, estreitando os laços e proporcionando um momento de alegria, diversão e prazer; a escolha do livro pode dar a criança a oportunidade de aprender a lidar com sentimentos como: surpresa, frustração, tristeza, alegria, euforia, decepção, entre outros: as narrativas do contador ajudam a criança a desenvolver a fala corretamente; o imaginário tem grande importância para a formação da criatividade de um individuo saudável, você conhece fonte melhor de usar a imaginação do que ouvindo histórias? Esses são somente alguns motivos para que os pais contem uma historia aos seus filhos. Se me permitem posso dar algumas dicas: para bebês o ideal são livros com frases curtas, com ilustrações grandes e contrastantes, se tiver textura e som melhor ainda, pop-ups são ótimos também (mas é preciso cuidar com as mãozinhas senão o livro não dura uma noite), isso chama muito a atenção deles. Para crianças maiores é importante escolher uma história que você entenda que está dentro da capacidade de entendimento do seu filho, mas que também lhe proporcione desafios de linguagem, dúvidas e curiosidades. Em ambos os casos as histórias precisam ter diferentes gêneros, contos de fadas, histórias contemporâneas, folclore, parlendas, poesias, poemas, rimas, etc… São muitas as possibilidades.

É  preciso escolher bem, tire um tempo para procurar a história certa para seu filho, não escolha somente “pela capa”. A dica é sempre buscar algo diferente, talvez conte uma história inventada com a criança, onde um começa e o outro continua e o final você nunca sabe como será, ou conte uma história sobre a vida da família, do vovô e da vovó, da sua infância, invente e alimente a criatividade do seu filho/a. Como você viu, nem sempre precisamos de um livro para contar uma história, dedoches e fantoches são ótimas opções para chamar a atenção das crianças, assim como as músicas também, elas podem ser um ótimo meio de contar uma história. Tenha em mente que a criança não precisa estar sentada e quieta durante a contação de uma história para estar aprendendo e interagindo com ela, cabe ao contador estimular para conseguir a atenção da criança com objetos e entonação de voz, por exemplo.

Espero ter conseguido ajudar você a entender a contação de história e a sua importância para o desenvolvimento da criança, conseguir escolher um livro e desfrutar de momentos mágicos com o seu filho. Então o que você está esperando? Vamos preparar um momento de amor? Corra e escolha a história de hoje!!!!

 

Priscila Vargas Soares

Pedagoga

(48) 99150324 – oi / whatsapp / (48) 96275199 – tim
Consulte Mais informação...

O que é uma Baby Planner?

Baby Planner é uma profissional que está preparada para dar orientações, sugerir e indicar serviços e produtos para as gestantes.Planejamos todos os passos da futura mamãe com o objetivo de garantir o seu bem-estar e consequentemente a saúde do bebê que está por vir.A nova profissão chegou ao Brasil em 2009 e está crescendo a cada dia. Os serviços são muito conhecidos nos EUA, Europa e Ásia, o grupo de Baby Planners por aqui, está sendo cada vez mais procurado.

A empresa nasceu em 2015, ano em que minha filha Isadora nasceu.  E como mãe de primeira viagem fiquei com muitas dúvidas pois não conhecia muita coisa do mundo materno. Não sabia ao certo, por exemplo, quais itens do enxoval do bebê deveria comprar, qual era a melhor opção de carrinho, sem contar em todos os compromissos que uma gestante precisa cumprir. Confesso, acertei em muita coisa, mais errei em muitas outras.

Minha pequena nasceu prematura e o desafio foi ainda maior. Não tive tempo de fazer chá de bebê, não havia deixado a mala do bebê pronta e a casa não estava adaptada… enfim, fui ajustando as coisas com o passar do tempo, naturalmente tive muita dificuldades.

Resolvi então escrever um e-book (livro digital) que pudesse ajudar essas mães de primeira viagem, que assim como eu precisam de ajuda. O guia Bebê à Vista ficou incrível, porém, senti falta de uma profissionalização, um título. Foi então que eu me apaixonei pela profissão de Baby Planner e obtive um conhecimento extremamente enriquecedor.

 

————————— Link Bebê à Vista  ———————————–

 

Para saber mais sobre o E-book( livro digital), acesse:

Site: http://www.bebeavista.com/

 

————————— Siga as nossas Redes Sociais——————————–

 

Facebook bebeavista

Instagram @bebeavista

E-mail para contatos: anarosa@bebeavista.com

Youtube: Bebê à Vista

 

Agora chegou a sua vez de ter uma profissional Baby Planner ao seu lado!

 

Assista ao vídeo abaixo e saiba mais:

 

https://youtu.be/yAG_4UMUcgw

 

Beijos

Ana Rosa

Baby Planner

Consulte Mais informação...

TDAh, você já ouviu falar?

Vamos falar um pouquinho do tal do Déficit de atenção e Hiperatividade.
Aqui em casa temos um diagnóstico desses, eu nem sei ainda se eu concordo com isso, se acredito 100% , mas foi o que nos passaram e eu abracei a causa para que a escola tivesse um outro olhar para o Lucas, e funcionou.
Lucas sempre foi uma criança hiperativa, ou melhor, com muita vontade de viver. Acorda cedo, sempre sorrindo, corre, brinca, pula e vira cambalhota,aquela criança que é criança, sabe? Explorador. Falavam que ele era ligado na tomada, você já deve ter escutado isso por ai, né?
Estávamos (estamos ainda) com dificuldades na escola, foi então que eu fui procurar uma neurologista para ver o que ela achava e se podia me aconselhar.
“- Olha mãe, é fato que ele é TDAh, se você quiser posso prescrever um remédio, vai ajudar, fica a seu critério.
– Então Dra, eu prefiro algo mais natural, ele é muito novinho, sabe?
– Tudo bem, se chegar em um ponto que você e as professoras verem que não dá mais, eu te prescrevo então.”

Lucas tinha 4 anos. 

Saí do consultório com aquele papel mágico, escrito esse tal de TDAh, eu já tinha lido sobre, já tinha me aprofundado nisso antes mesmo de chegar no consultório. Munida do documento, fizemos uma reunião na escola e como um passe de mágica tudo mudou. As professoras que já eram atenciosas, foram mais ainda e souberam criar um método em que o Lucas começasse a evoluir, isso envolvia não só ele, mas a turma toda.

Comecei a estudar sobre o efeito da alimentação no comportamento infantil, nós que já buscávamos uma mudança, fortalecemos ainda mais esse elo, diminuímos industrializados, menos corantes, pacotinhos, AÇÚCAR e  estava funcionando.

Até chegarmos em uma escola nova, primeiro ano, CARTEIRAS, LIÇÕES DIÁRIAS e  tudo desandou. Infelizmente o sistema é falho, na maioria das escolas, criança com 6 anos são obrigada a seguir um padrão pré estabelecido, deixando as coisas que mais gostam para ter que ficar sentado em uma mesa olhando pra um quadro. Ficamos 6 meses em adaptação e só agora no segundo semestre, depois de muito perrengue, ligação da escola, choro e conversa, ele tá se encaixando.

Já sabe ler, já sabe escrever e faz continhas de cabeça. Se for questionado sabe responder qualquer questão que foi ensinado na aula, mas sentar, escrever, copiar, tem sido difícil.

Remédio EU decidi que não! Decidi melhorar a alimentação, ter mais parquinho, mais terra, mais tintas, bola e bicicleta,menos televisão, video game e celular. Criança que tem muita vida dentro de si, precisa expandir, ser livre.

E tem dado certo, sem romantizar, porque como disse, foi um semestre todo em adaptação,mas estamos aqui, firmes e fortes na luta.

Depois de muito pensar cheguei a conclusão que todos já conhecem, toda criança tem seu tempo, e acho que devemos respeitar isso. Infelizmente pra nossa realidade, não cabe colocar em uma escola X,Y,Z. Temos essa opção e temos que nos moldar para que não seja um sofrimento, nem para ele, nem para escola. É muito complicado, requer muita paciência e atenção dos dois lados. Rotular uma criança acho tão pesado, nós não estamos em busca de igualdade? Inclusão? Temos que olhar e entender que ninguém é igual a outra pessoa, menos comparações de meu filho isso, seu filho aquilo. Mais uma vez: CADA UM TEM SEU TEMPO. É um trabalho conjunto ESCOLA X PAIS.

E assim seguimos por aqui, um ano após o outro, desafios, estudos e fazendo o que toda mãe faz melhor: o possível para sua realidade.

 

Geisa Richetti

www.criansaudavel.com.br

Consulte Mais informação...

Desenvolvimento Motor no Primeiro Ano de Vida

Oi mamães!

Voltei! E agora vou conversar com vocês o sobre desenvolvimento motor,  parte difícil da maternidade. Como a gente fica ansiosa, né? Esperar o nosso filhote a demonstrar os primeiros domínios sobre o corpo, é muito difícil. Cada um dos nossos filhos tem o seu tempo, mas podemos fazer  vários tipos de exercícios para estimular o desenvolvimento.

Mas só aqui entre nós, estimulei a Lis, minha filha, de todas as formas possíveis e ela se quer engatinhou, ficava sentada e ia se arrastando até o destino desejado, começou caminhar com 1 ano e 3 meses.

Então mamães, não se preocupem, evitem comparações, isso só causa sofrimento.

Um resuminho das fases do desenvolvimento:

Primeiro  Mês: no primeiro mês de vida comparado com o recém nascido, o bebê já está com toda a musculatura mais forte, por isso você vai notar um pouco mais de controle no posicionamento da cabeça, mas ela ainda vai para trás.

Segundo Mês:o bebê é capaz de levantar a cabeça sozinho durante algum tempo quando deixado de barriga para baixo. Então mamães, coloquem seu bebê de barriga para baixo, mas por um período bem curto.

Terceiro Mês: ainda de barriga para baixo começa a usar os bracinhos para erguer o corpo.

Quarto Mês: alguns bebês já conseguem  sentar-se apoiado. Estimule seu bebê, tente! Porém, como já falei para vocês a Lis com 4 meses não sentava nem com apoio.

Sexto Mês: alguns bebês já sentam sem apoio e conseguem fazer movimentos de rolamento, passar objetos de uma mão para outra.

Décimo Mês:o bebê já senta sozinho, já faz alguns movimentos de pinça. Alguns já conseguem engatinhar e ficar em pé apoiado.

Um ano de idade; alguns bebês já conseguem caminhar sozinho, outros apenas com auxílio,essa é uma etapa de muita variação entre os pequenos.
A caminhada é um marco importante para a independência do bebê. e com certeza até os 16 mês seu bebê vai estar caminhando.
Um resumo do meu exemplo de desenvolvimento: Lis sentou com 6 meses, não engatinhou e começou a caminhar sozinha com 16 meses.

Mamães, estimulem seus bebês, indiferente dos resultados. Caso seu bebê apresente algum atraso, procure um fisioterapeuta, ele vai te dar várias dicas.

Até a próxima!

Gabriela Coan

Fisioterapeuta e Mamãe da Lis

Consulte Mais informação...

Coaching voltado para Mães

Desde que eu comecei a trabalhar diretamente com mães, seja nas rodas que eu facilito, como coach ou como mãe mesmo, tenho percebido uma demanda bem frequente: o não saber quem é ou o que quer fazer, a partir do momento em que se tornou mãe.

Escutando essas mulheres, suas histórias e demandas, percebi o quanto a maternidade pode ser tão transformadora, que você sente que precisa de ajuda para se reconhecer depois e redescobrir quem você é. É como se sua identidade tivesse sido atualizada a partir dos novos dados e informações.

Claro que alguns gostos e características se mantém, mas a maioria se transforma e você fica sem saber quem se tornou, do que gosta e o que quer fazer a partir daquele novo momento. E tenho notado que esse movimento é bem comum quando o filho ou a filha estão perto dos 2 anos. Parece que você sente que já “pode” se dedicar mais à você. Porém, quem é você?

Assim, a partir dessa demanda e a partir do conhecimento de um termo que aprendi num curso que eu fiz – “Design Thinking” que, basicamente, significa você pensar como um design, ou seja, estudar o seu público para entender o que ele precisa e não o movimento contrário, que seria você querer vender algo a qualquer custo e explorar a necessidade das pessoas -, criei um formato que tenho chamado de “Coaching voltado para Mães”. A ideia é aliar algumas ferramentas do Coaching à essa necessidade observada e encontrar uma forma de “ajudar” as mães nesse processo de resgate e/ou redescoberta. Minha intenção não é reforçar esse estereótipo da mãe cansada e que dá (precisa!!!) conta de tudo, porém, essa é a realidade da maioria e eu preciso leva-la em conta. Mães felizes, mas exaustas. Mães que amam os seus filhos (e temos que deixar isso claro para que a corregedoria não nos encha o saco), mas que por vezes, detestam a maternidade e suas cobranças e culpabilizações. Mães que se cobram passar mais tempo presente com os filhos, mas que tem dificuldade de encontrar um tempo para si, sem que isso carregue toda uma carga de culpa. E eu também não prometo acabar com esse sentimento de impotência e incapacidade diante de tantas demandas. Aliás, tenho muito receio dessas promessas de “Encontre mais tempo para você e seja feliz”, “Organize sua vida com 10 passos” ou coisa parecida. Minha ideia é criar um espaço onde esses sentimentos possam aparecer, sem julgamentos ou peso e compartilhar algumas ferramentas que possam facilitar a vida das mães. No mínimo, será um lugar onde essas mães possam falar de si, dos seus quereres, das suas ideias, das suas crenças e retomem esse olhar para si mesmas.

A maior parte das mulheres que me procuram no Coaching são mães e me procuram porque dizem que eu entenderei a realidade delas. E sim, eu entendo. Claro que eu tenho meus privilégios e facilidades, mas como mãe de dois e uma mulher que precisa constantemente resistir à pressão das demandas para manter o meu próprio espaço, porque ele é importante para mim, eu entendo a dificuldade de equilibrar tantos copos numa bandeja só. E esse é outro motivo para ter criado essa possibilidade. Então, se você sente que está nesse momento de procurar um espaço para você e tem interesse em participar dos grupos (que já estão praticamente cheios), me procura.

Os encontros acontecerão nas terças à tarde e sábados pela manhã e para mais informações, você pode me mandar um WhatsApp (48)99914-8835 ou procurar as postagens com a #coachingvoltadoparamães.

Seguimos, cada dia mais na busca de quem fomos, quem somos e quem desejarmos ser como mães e acima de tudo, como mulheres.

Beijos, Juliana Baron

Consulte Mais informação...

Maternidade e Trabalho

Como quase tudo na minha vida, o Arthur foi extremamente planejado e desejado. Quando comecei a tentar a engravidar, eu achava que seria fácil e que logo que parasse de tomar remédio estaria com um bebê na barriga. Digamos que a trajetória foi longa e mais complicada que o normal, mas como eu acredito em Deus, sei que esse tempo só serviu pra que eu tivesse ainda mais certeza que eu realmente nasci pra ser mãe. Logo que peguei meu positivo, foi incrível, todos os objetivos e planos mudaram. Meu marido e eu não éramos mais a partir daí um casal e sim uma família. Mergulhei profundamente nesse mundo (sim, a maternidade tem um mundo paralelo), muitas leituras, papos com as amigas e muito, mas muito desejo de viver para o meu filho intensamente, profundamente e pelo maior tempo possível, exclusivamente. Eu sempre trabalhei desde muito cedo e perder minha independência financeira seria muito difícil, mas faria parte de um dos desafios após a chegada do meu menino.
Foram 4 anos e alguns meses trabalhando no Grupo RBS e a ideia estava sendo bem amadurecida durante minha licença maternidade de 6 meses. Foram meses intensos, muito aprendizado, trocas, situações difíceis, mas de muito amor, alegrias, e uma vontade imensa de isso não acabar nunca. Não, eu nem queria pensar em como seria deixar o meu bebê tão pequeno e indefeso pra ir trabalhar todos os dias.
Eu curti muito, muito mesmo até que o dia desse retorno chegou (mas ele terminou logo), com toda a minha gratidão pela empresa que me acolheu tão bem, que eu aprendi muito e que fiz grandes amigos, naquele dia eu me despedi. Lembro como se fosse hoje, o peso das minhas costas saiu e eu disse com todas as letras: Filho, agora eu sou só sua. Os meses seguintes seriam também dedicados a maternidade, eu passaria a viver sem ter um emprego fixo pela primeira vez desde que me “entendo por gente” mas não deixei de trabalhar um minuto que fosse.                                                                                                                                                          Foto de Liana Giannini
Ser mãe e dona de casa é um trabalho muito mais difícil e cansativo do que trabalhar na frente do computador e bater ponto. Ser dona de casa não te permite ter horários e você muitas vezes tem a sensação que o trabalho não acaba nunca. Meu marido e eu nos seguramos nos gastos, nos privamos de algumas programações que exigiam maior desembolso financeiro e combinamos que eu ficaria em casa, dedicada ao Arthur, até ele completar um ano de idade. Como eu sou feliz por ter conseguido, esse tempo não volta, tudo que eu o vi fazer pela primeira vez não vai voltar e eu estava ali, participando de tudo, de perto e intensamente. Estimulei muito o Arthur, coloquei na cabeça que eu estava em casa pra isso, pra viver pra ele, todo dia uma brincadeira, leitura de livros, idas ao parque, tudo por ele e pra ele. Faria tudo de novo. Foi a decisão mais acertada da minha vida, após a decisão de ser mãe.
Esse um ano foi o mais especial, louco e cheio de experiências que eu tive em 28 anos de existência. Como combinado, logo após o Arthur completar um ano, eu comecei a enviar currículos, fazer algumas entrevistas e procurar uma nova oportunidade no mercado de trabalho. Tive que amadurecer essa ideia na minha cabeça, eu me acostumei a anular um pouco a Marina mulher e deixei em evidência só o Marina mãe e eu amo ser mãe, nunca deixarei de ser “mãe tempo integral”, até porque mesmo trabalhando fora eu não deixo de pensar no meu filho 24h por dia, mas eu precisava e queria voltar a ter o meu tempo, queria voltar a estudar e me desenvolver profissionalmente. Nesse meio tempo, enquanto fazia seleções nas empresas, matriculamos o Arthur na escola e fizemos uma adaptação com calma e sem traumas pra ele e pra nós. Eu achei que seria mais complicado mas foi tranquilo, tudo fluiu muito bem, mesmo com aquele monte de emoções (troca de doenças entre os bebês) no início.
Deus foi ótimo com a gente e alguns (poucos) meses depois, eu fui chamada para trabalhar numa empresa que eu queria muito, numa colocação muito legal e que atende todas as minhas expectativas, faço parte da equipe do Peixe Urbano em Florianópolis, e a loucura é que cheguei ao processo seletivo dessa vaga através de uma indicação de uma seguidora do instagram que eu nem conheço (Obrigada Dani Kotait), sendo que essa minha rede social cresceu a partir da minha gravidez, muito legal isso né?
Enfim, estamos completos e felizes. Aos poucos vamos criando nossa nova rotina e eu olho pra trás e tenho certeza que fiz as escolhas certas, o tempo não vai voltar e eu curti muito todas as fases do meu menino. Agora, continuamos com nossa ligação mãe e filho, mas ficamos 11h por dia afastados. Isso faz parte e tenho certeza que eu sou a melhor mãe que o meu filho pode ter. Com todos os meus erros e acertos eu o amo e se hoje voltei a trabalhar, é porque quero poder ter mais condições de dar uma educação de qualidade pra ele e poder proporcionar momentos de lazer com mais conforto para nossa família. Esse foi meu jeito e minha escolha para viver esse início de vida materna (que eu sei, está apenas no começo)… E quando me pedem opinião do que devem fazer… Voltar ou não a trabalhar? Eu sempre respondo: Ouça o seu coração. Eu optei e consegui viver exclusivamente para o Arthur durante um ano, caso você não tenha essa possibilidade, aproveite muito todo o tempo com seu pequeno, esse tempo deve ser de qualidade e ele não voltará nunca mais. Quando nos falam, aproveite, o tempo voa, é a mais pura verdade, ele é mais rápido que um foguete.

Eu sou a Marina Fagundes, do @marinamaedoarthur tenho 28 anos e sou louca pelo universo materno.

Consulte Mais informação...
CLOSE
CLOSE