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Como fazer a introdução alimentar do seu bebê

Foram seis meses grudadinhos em que seu leite era tudo que o seu bebê precisava. Mas agora ele que tá quase um mocinho (tá, exagero nosso, mas seu bebê tá crescendo!), é hora de começar a inserir outros alimentos, o que chamamos de introdução alimentar. A amamentação deve sim continuar até cerca dos dois aninhos de vida. Mas é aqui que começamos a formar o paladar do nosso ser humaninho e criar hábitos alimentares saudáveis.

 

A introdução alimentar tem que ser feita de forma lenta e gradual. Alguns bebês estranham no começo ou recusam alguma comida, e tudo bem. Não precisa insistir nem forçar. É só oferecer em outra oportunidade. Em média, a criança pode recusar até dez vezes um alimento antes de enfim experimentar! O acompanhamento do pediatra e se possível de um nutricionista é super importante nessa fase. E com tanta comida boa nesse mundo para apresentar para seu filho, por onde começar? 

 

Primeiros alimentos

Podemos oferecer primeiro frutas e depois acrescentamos legumes, verduras, vegetais coloridos e proteínas. E por último o arroz, feijão e macarrão. A fruta pode vir primeiro amassada em forma de papinha e depois, conforme o pequeno for aceitando, pode vir em pedaços para ele ter a experiência das texturas. 

 

Refeições

Dos seis aos doze meses, o neném pode receber duas papinhas de frutas (uma pela manhã e uma pela tarde) e duas salgadas (almoço e jantar). Já entre um e dois anos, a criança deve receber três refeições (manhã, almoço e janta) e dois lanches (fruta, cereal ou pão).

 

Dica extra:  até o oitavo mês é preciso introduzir alimentos como ovos, peixes e glúten para criar tolerância e evitar possíveis alergias.

 

Bebida

 Já para beber, até um aninho só água basta. O suco natural vem só depois desse período e em pouca quantidade. Refrigerante nem precisa dizer que não pode, né?

 

Saúde

E pela saúde do seu bebê, evite outros alimentos também. Pelo menos até os dois anos evite frituras, café, salgadinhos, salsicha, balas e açúcar adicionado nas comidas. Use o mínimo de sal possível, todo tempero tem que ser muito leve. Tente sempre priorizar alimentos frescos, evitando congelados e processados. 

 

Não é só o alimento que importa nessa fase, aqui começamos a criar a relação com a comida. Prefira sentar à mesa e evite distrações na hora das refeições. Torne o momento da alimentação algo prazeroso para todo mundo. E lembre que o pequeno está de olho em tudo. Se você não quer que ele coma certa comida, evite consumir aquilo em casa. Muito mais do que você oferece, seu guri sempre aprende melhor pelo exemplo.

 

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Como ensinar sobre dinheiro para as crianças

Se tem um assunto que parece adulto demais para o mundo infantil é o dinheiro. Mas não se engane: comprar e pagar contas  faz parte do nosso cotidiano e mesmo sem percebermos, as crianças observam como agimos no nosso dia a dia. E é importante que os primeiros ensinamentos financeiros  venham justamente da família. Claro que a compreensão depende de cada idade, mas existe uma forma para melhor abordar o tema de acordo com o crescimento deles.

 

Entre os dois e três anos, o pequeno entende o ato de comprar, ainda que não saiba de onde vem o dinheiro. Como eles observam tudo que fazemos, a primeira lição sobre finanças vêm do exemplo que damos. Esse primeiro papo deve ser feito de forma natural. Por exemplo, ao passear no shopping dá para explicar como cada loja tem um preço diferente, como tem produtos que precisamos e outros que queremos.

 

A participação em casa

 

Não fique com medo de deixar a criança participar da situação financeira da casa. Quando a família se reunir para fazer o planejamento das contas, deixe que ela participe e comece a observar sobre a organização do dinheiro. Se as contas apertaram, deixe que ela faça sugestões de como poderiam economizar, ainda que aquela ação não tenha muito impacto. 

 

Primeira experiência financeira

 

Lembra o cofrinho que a gente tinha quando era criança e comemorava cada moeda que entrava? Pois é, essa é uma ótima forma desses conceitos ficarem mais palpáveis. Com ele, você pode explicar o valor das moedas, o que significa poupar e como juntar valor para comprar algo no futuro. A partir dos quatro ou cinco anos, quando ele já é mais familiarizado com números, você pode incentivar seu guri pequeno a colocar moedas no cofrinho e no fim da semana comprar um chocolate. E depois poupar por algumas semanas e irem juntos escolher um brinquedo que fique dentro do valor que tinha no cofre. Quanto mais palpável for a experiência, melhor o aprendizado.

 

A mesada

 

Quando a criança crescer mais um pouco, você pode introduzir o conceito da mesada. Primeiro combine as regras, qual dia do mês ela vai receber o valor estabelecido. É importante deixar seu filho decidir o que fazer com o “pagamento”, isso para estimular o amadurecimento tanto emocional quanto financeiro. Por exemplo, se a criança gastar tudo rápido e pedir mais, lembre das regras: tem que esperar o próximo mês para receber de novo aquele valor, ensinando a importância de controlar os gastos ao longo do tempo. O valor da mesada deve acompanhar a capacidade da criança de contar e calcular. Se ela consegue fazer contas de somar e subtrair até dez, deve receber até R$ 10, se consegue fazer as contas até 50, deve receber no máximo R$ 50. E tudo pode ir direto para o cofrinho.

 

Outras experiências financeiras

 

O dinheiro da criança não precisa vir somente da mesada ou do que guardou no cofrinho. Incentive a criatividade dos pequenos. Fazer docinho ou pulseirinha de miçanga para vender para os vizinhos são experiências de empreendedorismo. Outra dica muito legal é mostrar que o pequeno pode trocar um brinquedo com alguém ou ainda vender o que não usa mais para conseguir comprar outra coisa que queira. Tudo isso ensina a liberdade de escolha em relação ao uso do dinheiro e as deixa mais preparadas para as possibilidades  o mundo financeiro.

 

Aliás, a responsabilidade de saber usar dinheiro pode ser divertida. Mostre algo legal que vocês conseguiram economizando dinheiro, como o computador novo ou a viagem de férias. Comemorem juntos as conquistas e aos poucos o pequeno vai aprendendo a lidar com o assunto dinheiro de forma mais saudável e consciente.

 

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Puerpério: o que acontece durante a quarentena após o parto

A minha avó chamava de resguardo; a minha mãe, de quarentena. O puerpério é aquele período de 40 a 60 dias após o parto que o corpo da mulher vai voltando ao estado antes da gravidez. Eu sei que toda a família vai ficar babando no bebezinho que acabou de chegar ao mundo, mas a mamãe precisa também de cuidados nessa fase inicial.

Os nossos órgãos se adaptaram para dar espaço àquela nova vida no útero, e é nesse tempo que tudo vai voltando ao lugar e ao tamanho normal.  Bem, não tudo, já que os seios continuam desenvolvidos para amamentar o bebê. Alguns desconfortos vão acontecer e são normais. Vamos entender melhor o que acontece com nosso corpo nesse período?

-Sangramento: o útero precisa se cicatrizar. Isso provoca a loquiação, que pode gerar sangramentos e secreções ao longo de todo o puerpério. Durante os primeiros 5 dias, é um sangue vermelho vivo que vai ficando acastanhado ao longo dos dias;

-Menstruação: o retorno do ciclo menstrual varia entre cada mulher, mas costuma voltar em média depois de seis a oito semanas;

-Útero: o retorno ao tamanho normal do útero dura em média 6 semanas e pode gerar cólicas, principalmente enquanto você amamenta; 

-Seios: são os únicos órgão que não voltam ao tamanho anterior. A amamentação do bebê pode gerar fissuras nos mamilos e arder muito. Para que os ductos mamários permaneçam em posição anatômica, recomenda-se o uso de sutiãs de alças largas e firmes;

-Vagina e pelve: para quem teve parto normal, a musculatura pélvica relaxou para a passagem do bebê. No puerpério, vai retornando às dimensões e à força originais (mas nem sempre isso acontece). Após 15 dias do pós-parto, exercícios de fisioterapia pélvica podem ajudar. Já a cicatrização da entrada da vagina acontece em até três semanas. Também pode haver incontinência urinária e os exercícios de contração são indicados para que retorne à sua força;

-Sexo: antes que a vagina ou o corte da cesárea estejam completamente cicatrizados, o sexo com penetração pode machucar e causar até infecções. Essa cicatrização costuma durar o tempo da quarentena, mas é importante conversar com o médico antes de voltar a fazer sexo após o parto. 

Quantas mudanças, né?! E você achou que os desconfortos com o corpo iam acabar após o parto? Bem, mas existem formas de ajudar o corpo a passar por isso:

Dicas de alimentação durante o puerpério

-Evite refeições gordurosas e com muito açúcar, pois vai para o leite e aumenta a chance de causar cólicas nos bebês;
-Evite bebidas alcoólicas, que podem diminuir a produção de leite;
– Evite cafeína, que está no café, refrigerantes de cola, chá verde, preto e chocolate;
– Evite amendoim, que pode fazer com que seu bebê desenvolva alergia a esse alimento;
-Não faça dietas radicais para perder peso nesse período;
-Beba muita água, que aumenta a produção de leite, evita infecções urinárias e melhora a constipação;
-Alimentos com ferro: consuma carne, ovo, feijão, beterraba, vegetais verde escuro, de preferência com fontes de vitamina C junto;
-Consuma magnésio, vitaminas do complexo B, ômega 3 (aveia, banana, ovo, quinoa, laticínios, oleaginosas) e vitamina D (sol). Essas vitaminas ajudam na produção de serotonina e no seu estado emocional.

Algumas atividades que causam dúvidas como subir escadas e usar absorvente interno estão liberadas. Já dirigir e fazer atividades físicas mais pesadas, como correr, são desaconselhadas neste período de mudança. 

Cada mulher vai conhecendo seu ritmo nas próximas semanas, afinal é um período de adaptação para todos. Por isso o acompanhamento médico é fundamental, não só do bebê, mas da nova mamãe também.

 

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Entenda como acontecem os picos de crescimento do bebê

Nos seus braços, ele é a coisinha mais linda e pequena. Porém é justamente nos primeiros dois anos de vida que seu filho vai crescer mais rápido do que em qualquer outra fase. E não é de forma suave e gradativa, mas sim em picos de crescimento – e é sobre isso que vamos conversar hoje. E se a sua mãe não sabe bem o que é isso, é porque foi só na década de 90 que os pesquisadores passaram a medir os bebês mais frequentemente e perceberam esse crescimento não uniforme.

Como acontecem esses picos de crescimento?

Durante esses dois primeiros anos de vida, o pequeno pode crescer em média um centímetro em um dia enquanto dorme – esses são os picos. E no resto do tempo, ele simplesmente não cresce. Quanto mais novinho, os picos de crescimento acontecem de forma mais rápida. E conforme ele for crescendo, esse pico pode durar vários dias. A maioria deles acontece geralmente nos períodos: 2ª semana; 3ª semana; 6ª semana; 6 meses; 9 meses. 

Qual é a média de crescimento esperado?

Entre o quarto e o sexto mês de vida, o bebê deve dobrar seu peso em relação ao que tinha quando nasceu. Até o primeiro ano, espera-se que triplique. Aos dois anos, deve pesar quatro vezes mais do que no nascimento. Não existe um padrão, essa é a média. Para garantir que o bebê está atingindo a medida esperada, o pediatra tem que verificar o peso e a altura a cada consulta. São vários fatores que afetam o peso e a altura do neném, como genética, nutrição, hormônios, entre outros. Mas é o médico do bebê que vai garantir que não há nenhum problema.

Identificando um pico de crescimento

Existem algumas formas de você identificar que seu bebê está passando por um desses picos, olha só:

-Mais fome: ele vai querer se alimentar com mais frequência, mesmo que vocês já tenham conquistado a esperada  rotina;

-Acorda mais à noite: mesma coisa, mesmo com a rotina conquistada para ele dormir por horas, o bebê pode despertar a cada duas horas para mamar. As sonequinhas ficam mais curtas também;

-Reclama mais: dormindo menos, ele pode ficar mais rabugentinho. Ele também deve mamar com mais vontade e querendo mais leite.

Você pode ficar ansiosa achando que não vai dar conta dessa nova demanda de leite, mas confie na sua produção! Quanto mais o bebê mamar, mais leite você vai produzir. Inclusive boa parte do leite é produzida durante a mamada. Então beba mais líquidos e tente descansar mais. Essas necessidades geralmente duram de poucos dias a uma semana, depois volta o padrão anterior de menor número de mamadas e as coisas se acalmam (quer dizer, até chegar o próximo pico rsrs).

Mas é uma delícia ver nossa cria crescendo e se desenvolvendo! Fuçando aqui no nosso site, você vai descobrir as réguas de crescimento para continuar acompanhando essa evolução durante toda a infância. Tudo para depois dizer “ai que saudade quando você era desse tamanhinho ó…”

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A importância do planejamento da rotina

Não é porque o seu guri é pequeno que ele não precisa de uma rotina. A gente sabe que, por eles, toda hora é hora de brincar e comer o bolo de banana que só a vó faz. Mas planejar as atividades do dia e da semana ajuda não só na nossa própria organização, como também no desenvolvimento da independência e autonomia infantil. É uma forma de treiná-los para vida, para se tornarem adultos mais responsáveis e que saibam lidar com seus compromissos. E ainda evitar a correria e o estresse na família (ou pelo menos, diminuir! rsrs).

 

Antes de dar as dicas de ouro, vamos lembrar de tomar cuidado para não sobrecarregar as crianças. Elas precisam sim de tempo livre para brincar, descansar ou ainda fazer algumas atividades sem programação prévia.

Mas como faço um planejamento? 

Uma dica nossa é criar um quadro com as atividades diárias e da semana. Deixe seu filho participar para ele se sentir parte da construção da sua própria rotina. Assim, além do planejamento, a criança aprende sobre a passagem do tempo dos dias e das semanas. Pontos importantes para elaborar o planejamento:

 

  • Flexibilidade: O planejamento das atividades deve ser flexível, ou seja, permitir fazer adaptações. 
  • Frequência: As atividades no quadro precisam ser algo que se faça sempre, como tomar banho ou arrumar os brinquedos. 
  • Repetição: o que vai ajudar o pequeno a entender a rotina é repetir essas atividades. Por exemplo: quando chega da escolinha, ela tira os sapatos. Depois da brincadeira, ela sempre guarda os brinquedos. Com essa repetição, fica mais fácil pro pequeno assimilar o que faz parte da sua rotina.

 

É bom ter em mente também que cada criança é diferente, algumas precisam de intervalo maior entre as atividades, outras conseguem emendar a escolinha com a aula de balé. O ritmo do seu filho também vai mudando com o crescimento dele. Fique atento para ir adaptando o quadro de planejamento. 

 

Ansioso para começar? Antes escute quem já fez muitos planejamentos: prefira ter uma agenda com menos atividades, com horários mais espaçados, para você conseguir cumprir as atividades. Tudo com criança leva mais tempo e sempre aparece um imprevisto, certo? Assim você evita frustração e estresse e garante uma rotina mais organizada.

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Socorro, meu filho fala errado!

Acalmem-se Mamães e Papais!!!

As crianças desenvolvem os sons da fala por etapas, primeiro as mais simples e depois as mais complexas!!! Não queiram apressar o rumo certo das coisas!!! Cada som ao seu tempo!!!

Acima uma tabela para ajudar a explicar quem vem primeiro!!!😉

E lembrem-se de algumas dicas para ajudar o seu filho no conhecimento e na produção dos sons!!!👀

*Sempre fale as palavras corretamente e na altura dos olhos da criança! Ele precisa do modelo correto para espelhar e aprender! 🗣

*Articule bem os sons, e se necessário, utilize expressões e chame a atenção para a sua boca! 👄

*Não reprima ou ria do seu filho, ele está aprendendo e precisa da sua ajuda e do seu encorajamento para alcançar o som correto!💪

Fique atento ao seu filho, e qualquer dúvida consulte um Fonoaudiólogo especializado😉

Elaborado pela Fga. Jussiele P. M. Botelho

Crfa/SC 3 – 8753

Atendimento terapêutico clínico e domiciliar

(48) 98802-2715

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Drenagem Linfática para Gestantes

A DLM é indicada na gravidez afim de trazer bem estar e relaxamento para a mamãe nesse período de mudanças hormonais, físicas e emocionais.
É indicado fazer a partir do 3° mês ou seja após a 12° semana gestacional e com liberação médica, também levando em conta algumas contra indicações que irei falar depois dos benefícios.

Benefícios:

– Ativa circulação sanguínea
– Ajuda a desinchar
– Alivía tensões
– Combate a retenção hídrica
– Nutrição Celular
– Auxília na lactação
– Proporciona profundo relaxamento para mamãe e bebê
– Reduz o Stress

Contra Indicações:

– Gravidez de risco
– Hipertensão não controlada
– Doenças relacionadas ao sistema linfático
– Insufíciencia Renal
– Trombose profunda
– Cancêr
– Infecções na pele

Beijinhos
Camilla Cavalcanti Dornbusch
Massoterapia e Estética
Telefone 48 999016514
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Você sabe como ajudar a desenvolver a fala do seu filho?

Cada criança desenvolve-se de uma maneira e o ambiente e o convívio social são fatores diretamente participantes desse processo, eles podem atuar de forma positiva ou negativa nessa fase.
Para que você ajude seu filho nessa etapa, presnte atenção nessas dicas importantes, elas podem fazer toda a diferença e permitir que a criança seja transportada da posição de ouvinte para a posição de falante!!

• Ao falar com seu filho, abaixe-se na altura dos olhos dele e articule bem as palavras, use entonações e expressões faciais e fale CORRETAMENTE! A criança espelha a fala do outro, e precisa de um bom modelo para aprender!

• NUNCA fale errado ou igual a um bebê, não crie apelidos para os nomes / objetos / animais, etc. É muito mais difícil para a criança aprender a palavra errada e depois ter que reaprender o certo. E você não quer que seu filho tenha trabalho dobrado não é mesmo?

• Não encha seu filho de perguntas! Crianças falam mais livremente ao expressarem suas próprias idéias, ao invés de ficar somente respondendo as perguntas dos adultos.

• A CRIANÇA PRECISA SENTIR A NECESSIDADE DE FALAR. Não a atenda, ou fale por ela quando ela tentar se comunicar através de gestos / resmungos, mesmo que você saiba exatamente o que ela deseja.

• Devolva sempre as palavras ditas pela criança em forma de frases, por exemplo:
Ela pede água: “ága”. Você responde: “Você está com sede? Você quer água?”.

• Reserve alguns minutos, todos os dias, para dar atenção ao seu filho. Deixe que ele escolha o que gostaria de fazer. Permita que ele dirija as atividades, decidindo se quer falar ou não. Crianças gostam de se sentir úteis e no comando!

• Aproveite os momentos de maior atenção da criança para conversar com ela, usando palavras simples e frases curtas, falando de igual para igual. Utilize as situações cotidianas (banho, alimentação…), dizendo o nome e as funções das coisas.

• Cantar também é excelente para estimular o ritmo da expressão verbal. Cante sempre e estimule-a a cantar com você.

• Conte e interprete histórias, ainda que seja a mesma história diversas vezes! A repetição interpretada com entusiasmo e criatividade prende a atenção, gerando expectativa e previsibilidade. Deixe que a criança manuseie os livros e estimule-a a contar também!

• Brinque com os órgãos utilizados para a fala (língua, lábios, bochechas), fazendo-os vibrar, jogar beijos, encher as bochechas de ar, etc. Imite os sons do ambiente e da vida diária: Au au (cachorro), Miau (gato), Trrrim (telefone), Toc-toc (batida de porta).

• Auxilie todos os membros da família a aprender a escutar e esperar a sua vez de falar. A participação efetiva de todos que tem contato com a criança é de suma importância! Quanto mais a criança for exposta à linguagem, maiores condições ela terá de adquiri-la.

Estimule sua criança!!!

Em caso de dúvidas, procure um Fonoaudiólogo

 

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Maternidade

A maternidade chega muitas vezes sem avisar,com dúvidas e muitas noites mal dormidas. Quando você se prepara,se programa, mais ela arrebata todas as regras, horários  e principalmente seu coração.

rosemariafotografia

Todas as dúvidas: trocar  fralda, dar  banho ou mesmo o medo de segura-lo corretamente desaparecem com “aquele olhar” do seu filho na sua direção. A maternidade é uma montanha russa de emoções, essa que muitas vezes nos deixa com medo de não saber por exemplo identificar um choro do seu filho (será que é fome? dor?sono?) , e ao mesmo tempo você baba com aquele primeiro sorriso que seu filho dá pra você.

A maternidade possibilita executar várias profissões num dia só ,ela nos transforma em policias quando queremos defender nossos filhos, em médicas quando nossos filhos se machucam, em psicólogas quando seu filho chega chorando porque brigou com um colega, ou em professora quando seu filho chega com uma dúvida sobre a matéria.

Nós mães somos polvos, aquelas que conseguem fazer tudo ao mesmo tempo e nem sabia que seria capaz disso. Ser mãe é saber reconhecer até onde poder ir e pedir ajuda quando necessitar. É aceitar e não se culpar por algo que muitas vezes, você não conseguiu fazer e ter a humildade dizer quando o cansaço te alcança.

Por fim, ser mãe é uma sensação agridoce: você testemunha as doçuras de cuidar e amar de uma vida, e o amargo das noites mal dormidas, dos  dias de  grandes responsabilidades e as incertezas se você esta fazendo um bom trabalho. Acredite no seu amor: você vai estar fazendo sempre o seu melhor.

 Marcella

@Maternidadedupla

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Felizes para Sempre – A importância da contação de história no meio familiar

“A narrativa chega cedo à vida da criança, já em seus primeiros dias de vida. Chega através do padrão musical regular dos acalantos, que, como as histórias, se abrem e fecham nitidamente, contendo em si um mundo particular…” (GIRARDELLO,2007).

 

Nós contamos histórias para as crianças esperando aquele momento prazeroso em que estamos abraçadinhos com um livro na mão e a história começa, calmamente o seu filho escuta prestando a maior atenção e interagindo com os personagens, isso talvez possa acontecer com o seu filho de 3-4 anos que já está acostumado com esse ritual. Mas se você tem um filho que esta aprendendo a ouvir histórias o ”quadro se pinta” de outra forma.  As vezes eu sento para contar uma história e o meu filho não senta comigo, eu estimulo e mostro as imagens do livro, mas e se ele não senta??? O que devemos fazer quando a criança não “ouve” a história? Ou como posso saber que livro escolher para meu filho?  Estou aqui para te dar algumas informações e dicas sobre histórias e livros,mas antes disso, você pode se perguntar:

POR QUE CONTAR HISTÓRIAS?  Bom, vamos lá, contar uma história para uma criança tem muitos benefícios emocionais, físicos e cognitivos. São eles: aproximar a criança do seu cuidador, estreitando os laços e proporcionando um momento de alegria, diversão e prazer; a escolha do livro pode dar a criança a oportunidade de aprender a lidar com sentimentos como: surpresa, frustração, tristeza, alegria, euforia, decepção, entre outros: as narrativas do contador ajudam a criança a desenvolver a fala corretamente; o imaginário tem grande importância para a formação da criatividade de um individuo saudável, você conhece fonte melhor de usar a imaginação do que ouvindo histórias? Esses são somente alguns motivos para que os pais contem uma historia aos seus filhos. Se me permitem posso dar algumas dicas: para bebês o ideal são livros com frases curtas, com ilustrações grandes e contrastantes, se tiver textura e som melhor ainda, pop-ups são ótimos também (mas é preciso cuidar com as mãozinhas senão o livro não dura uma noite), isso chama muito a atenção deles. Para crianças maiores é importante escolher uma história que você entenda que está dentro da capacidade de entendimento do seu filho, mas que também lhe proporcione desafios de linguagem, dúvidas e curiosidades. Em ambos os casos as histórias precisam ter diferentes gêneros, contos de fadas, histórias contemporâneas, folclore, parlendas, poesias, poemas, rimas, etc… São muitas as possibilidades.

É  preciso escolher bem, tire um tempo para procurar a história certa para seu filho, não escolha somente “pela capa”. A dica é sempre buscar algo diferente, talvez conte uma história inventada com a criança, onde um começa e o outro continua e o final você nunca sabe como será, ou conte uma história sobre a vida da família, do vovô e da vovó, da sua infância, invente e alimente a criatividade do seu filho/a. Como você viu, nem sempre precisamos de um livro para contar uma história, dedoches e fantoches são ótimas opções para chamar a atenção das crianças, assim como as músicas também, elas podem ser um ótimo meio de contar uma história. Tenha em mente que a criança não precisa estar sentada e quieta durante a contação de uma história para estar aprendendo e interagindo com ela, cabe ao contador estimular para conseguir a atenção da criança com objetos e entonação de voz, por exemplo.

Espero ter conseguido ajudar você a entender a contação de história e a sua importância para o desenvolvimento da criança, conseguir escolher um livro e desfrutar de momentos mágicos com o seu filho. Então o que você está esperando? Vamos preparar um momento de amor? Corra e escolha a história de hoje!!!!

 

Priscila Vargas Soares

Pedagoga

(48) 99150324 – oi / whatsapp / (48) 96275199 – tim
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